A organização criminosa investigada na Operação Rota Clandestina movimentou cerca de R$ 76 milhões por meio do contrabando de cigarros paraguaios em larga escala. As informações foram divulgadas pela Receita Federal, que atua em conjunto com a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas investigações. De acordo com os órgãos responsáveis pela operação, o esquema possuía uma estrutura logística organizada que começava na região de fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai, onde os produtos eram adquiridos. 🛒 VER NA SHOPEE Para evitar a fiscalização nas rodovias, os integrantes da organização utilizavam veículos menores, incluindo vans, para realizar o transporte fracionado das mercadorias. A estratégia consistia em dividir as cargas em pequenas quantidades, reduzindo os riscos de apreensão durante o trajeto. Após a entrada dos produtos no Estado, os cigarros eram armazenados em depósitos clandestinos distribuídos em pontos estratégicos de Campo Grande. A partir desses locais, a quadrilha coordenava a distribuição das cargas para outros estados do país. Segundo a Receita Federal, 22 servidores, entre auditores e analistas tributários, foram mobilizados para auxiliar na investigação, especialmente na análise contábil e financeira das operações realizadas pelo grupo criminoso. As investigações também apontaram a existência de um esquema de lavagem de dinheiro. Conforme os órgãos envolvidos, os pagamentos eram realizados por meio do sistema conhecido como “dólar-cabo”, com a participação de doleiros no exterior, mecanismo utilizado para ocultar valores e dificultar o rastreamento dos recursos obtidos com a atividade ilícita. A Operação Rota Clandestina segue em andamento para identificar todos os envolvidos e aprofundar as investigações sobre a movimentação financeira da organização. Navegação de Post HOMEM É PRESO APÓS AGREDIR COMPANHEIRA E TENTAR SUBORNAR POLICIAIS COM R$ 5 MIL EM ÁGUA CLARA VÍDEO COM AMEAÇAS DE FACÇÃO CRIMINOSA VIRALIZA E MOBILIZA FORÇAS DE SEGURANÇA EM MS