A investigação sobre o caso de um estudante autista de 12 anos, que teria sido vítima de agressões nas proximidades da Escola Municipal Professor Antonio Lopes Lins, na região do Portal Caiobá, em Campo Grande, concluiu que a mãe e o filho inicialmente apontados como autores do espancamento não tiveram participação no episódio. O caso ganhou grande repercussão em março deste ano após um boletim de ocorrência registrado com apoio do Conselho Tutelar indicar que o adolescente teria sido agredido por um colega dentro da unidade escolar e, posteriormente, pela mãe desse aluno nas imediações da escola. 🛒 VER NA SHOPEE No entanto, após a apuração dos fatos, as autoridades descartaram o envolvimento da mulher e do filho. Segundo a mãe, representantes do Conselho Tutelar, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) e do Ministério Público estiveram em sua residência para comunicar oficialmente o resultado da investigação e reconhecer que a família havia sido acusada injustamente. De acordo com o relato da mulher, os órgãos envolvidos pediram desculpas pelo transtorno causado após a conclusão de que as agressões não foram praticadas por ela nem por seu filho. A mãe afirma que o filho nunca apresentou problemas disciplinares na escola, mas sofreu forte impacto emocional durante o período em que esteve sob suspeita. Segundo ela, o adolescente passou a apresentar crises de choro e atualmente recebe acompanhamento psicológico por meio do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Na época dos fatos, o Conselho Tutelar informou que o estudante autista teria sido agredido por um colega durante o horário escolar e, posteriormente, por adultos em via pública. Já a Secretaria Municipal de Educação (Semed) esclareceu que, dentro da escola, houve apenas um desentendimento verbal entre alunos e que, ao tomar conhecimento de uma possível agressão fora da unidade, orientou a família a registrar boletim de ocorrência e acionou os órgãos competentes. Agora, após o encerramento das investigações, a família busca reconstruir a rotina e superar os danos causados pela acusação. A mãe afirmou que não pretende tomar qualquer atitude contra a família envolvida no caso e ressaltou que está tranquila por ter sua inocência reconhecida pelas autoridades. Navegação de Post ADOLESCENTE DE 16 ANOS É EXECUTADO COM MAIS DE 10 TIROS DENTRO DE CASA EM CAMPO GRANDE