Robson Dantas Moreira, de 35 anos, conhecido como “Pará do PCC”, morreu durante um confronto com policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) na manhã desta quarta-feira (8), em Ponta Porã. Segundo a polícia, ele estaria atuando no tráfico de drogas a mando de uma facção criminosa na região de fronteira.

De acordo com o boletim de ocorrência, investigadores receberam denúncias de que Robson comercializava entorpecentes, portava arma de fogo e residia em uma quitinete na cidade. A partir das informações, equipes passaram a monitorar os passos do suspeito por meio de campanas.

Durante as diligências, os policiais acompanharam a rotina de Robson até seu local de trabalho. Inicialmente, nenhuma irregularidade foi constatada. No entanto, os investigadores perceberam que, ao retornar para a quitinete, ele carregava uma mochila que não havia sido vista anteriormente, aumentando as suspeitas sobre a atividade criminosa.

Por volta das 5h15 desta quarta-feira, os policiais tentaram realizar a abordagem. Conforme o registro policial, Robson reagiu à ação já com uma arma em mãos, dando início a uma troca de tiros. Ele foi atingido durante o confronto e socorrido pelos próprios agentes até uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos.

Ainda segundo a polícia, Robson cumpria pena em regime semiaberto em razão de sua condenação pelo envolvimento na morte do policial civil Wescley Vasconcelos Dias, crime ocorrido em 2018, também em Ponta Porã.

Na quitinete onde o suspeito morava, os investigadores encontraram entorpecentes, que foram apreendidos e encaminhados para a delegacia. O caso segue sob investigação.

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By Sidro

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